AVALIAÇÃO DOPPLERFLUXOMÉTRICA E ANATOMOPATOLÓGICA DA ISQUEMIA RENAL: MODELO EXPERIMENTAL DE KIDNEY-KIDNEY CROSSTALK

2017-09-22T11:39:08-03:00

AVALIAÇÃO DOPPLERFLUXOMÉTRICA E ANATOMOPATOLÓGICA DA ISQUEMIA RENAL: MODELO EXPERIMENTAL DE KIDNEY-KIDNEY CROSSTALK
Dra. Vitória Penido de Paula

Pelas Instituições Hospital Israelita Albert Einstein; Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein; Hospital – University of São Paulo, o terceiro trabalho apresentado foi “Avaliação dopplerfluxométrica e anatomopatológica da isquemia renal: modelo experimental de kidney-kidney crosstalk” e contou com o Dr. José Carlos Costa Baptista-Silva como comentador. A autoria pertence aos doutores Anna Paula W. Baptista-Sincos, Angela Mazzeo, Igor Rafael Sincos, Felipe Coelho Neto, Vitoria Penido de Paula (apresentadora), Nelson Wolosker, Ricardo Aun, Katia R. M. Leite e Oskar G. Kaufmann.

AVALIAÇÃO DOPPLERFLUXOMÉTRICA E ANATOMOPATOLÓGICA DA ISQUEMIA RENAL: MODELO EXPERIMENTAL DE KIDNEY-KIDNEY CROSSTALK2017-09-22T11:39:08-03:00

PROTOCOLO OTIMIZADO PARA ANGIOTOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE MEMBROS INFERIORES USANDO UM DETECTOR DE 160 CANAIS

2018-03-20T21:44:16-03:00

PROTOCOLO OTIMIZADO PARA ANGIOTOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE MEMBROS INFERIORES USANDO UM DETECTOR DE 160 CANAIS

Autores: Adriano Tachibana, Bianca Oberhuber Dias, Bruna Bonaventura Failla, Camila dos Santos Silva, Sergio Quilici Belczak, Cynthia de Almeida Mendes, Alexandre Fioranelli e Nelson Wolosker

Instituição: Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo

Introdução: Foi desenvolvido e testado um novo protocolo de aquisição de imagens para otimizar a angiotomografia de membros inferiores, com um detector de 160 canais. Nesse protocolo, a injeção de contraste deu-se por meio de uma taxa multifásica e com maior tempo.

Métodos: Estudo prospectivo, randomizado, em que foi comparado a qualidade da imagem, o realce do contraste e a dose de radiação em dois grupos de pacientes:

1. Com aquisição rápida
2. A técnica padronizada com aquisição lenta.
Resultados: Não houve diferença entre os grupos em relação à quali
dade de imagem, presença de ruído e performance diagnóstica. Mas, foi evidenciada tendência ao uso de maiores doses de radiação no protocolo de aquisição rápida.

Conclusão: O protocolo otimizado de aquisição rápida para angiotomografia de membros inferiores é factível, tem qualidade diagnóstica adequada e pode ser usado em pacientes selecionados que poderiam se beneficiar de um tempo de aquisição curto.

Comentador: Dr. Valter Castelli

PROTOCOLO OTIMIZADO PARA ANGIOTOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE MEMBROS INFERIORES USANDO UM DETECTOR DE 160 CANAIS2018-03-20T21:44:16-03:00

USO DE ENOXAPARINA SEGUIDO DE RIVAROXABANA PARA O TRATAMENTO DE TROMBOEMBOLISMO VENOSO AGUDO DE MEMBRO INFERIOR

2017-08-09T12:43:02-03:00

USO DE ENOXAPARINA SEGUIDO DE RIVAROXABANA PARA O TRATAMENTO DE TROMBOEMBOLISMO VENOSO AGUDO DE MEMBRO INFERIOR. EXPERIÊNCIA INICIAL EM UM ÚNICO CENTRO

Autores: Nelson Wolosker, Andrea Varela, Juliana Fukuda, Marcelo Passos Teivelis, Sergio Kuzniec, Mariana Krutman, João Guerra e Edu- ardo Ramacciotti.

Instituição: Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo

Introdução: Rivaroxabana é um novo anticoagulante oral aprovado para o tratamento de tromboembolismo venoso. Nos principais ensaios clínicos, o tratamento era iniciado diretamente com uma dose de 15 mg, duas vezes por dia, por três semanas, seguido de 20 mg, uma vez por dia, por pelo menos três meses.

Material e métodos: Avaliamos, retrospectivamente, uma terapia inicial para tromboembolismo venoso, com até 18 dias de enoxaparina (1mg/ kg, duas vezes por dia), seguido de rivaroxabana (20 mg, uma vez por dia).

Resultados: Da amostra de 49 pacientes, não observamos recorrência sintomática nem sangramento maior, observamos apenas um caso de sangramento menor.

Conclusão: Concluímos que é seguro e efetivo tratar pacientes com enoxaparina seguido de uma dose baixa de 20 mg de rivaroxabana.

Comentador: Dr. Ivan B. Casella

USO DE ENOXAPARINA SEGUIDO DE RIVAROXABANA PARA O TRATAMENTO DE TROMBOEMBOLISMO VENOSO AGUDO DE MEMBRO INFERIOR2017-08-09T12:43:02-03:00

TRATAMENTO DO TROMBOEMBOLISMO VENOSO SINTOMÁTICO COM RIVAROXABANA EM 400 PACIENTES COM CÂNCER ATIVO

2017-08-09T12:44:04-03:00

TRATAMENTO DO TROMBOEMBOLISMO VENOSO SINTOMÁTICO COM RIVAROXABANA EM 400 PACIENTES COM CÂNCER ATIVO

Autores: Bruno Soriano Pignataro, Kenji Nishinari, Rafael Noronha Cavalcante, Guilherme Centofanti, Guilherme Yazbek, Mariana Krut- man, Guilherme Andre Zotelle Bomfim, Igor Yoshio Imagawa Fonseca, Marcelo Passos Teivelis, Nelson Wolosker, Solange Moraes Sanches e Eduardo Ramacciotti.

Instituição: A.C. Camargo Câncer Center

Objetivo: Estudar a segurança e eficácia do rivaroxabana, um inibidor direto da coagulação, no uso em pacientes com trombose venosa profunda (TVP) em atividade.

Pacientes e métodos: Estudo retrospectivo, com 400 pacientes que

possuem câncer ativo e TVP associado, definidos como trombose venosa profunda ou embolia pulmonar. Este estudo unicêntrico foi desenvolvido de janeiro de 2012 até junho de 2015. O foco foi determinar a eficácia e segurança, avaliando a incidência de recorrências de TVP e sangramento maior no tratamento de rivaroxabana.

Resultados: Dos 400 pacientes estudados, 223 (55,8%) eram mulheres. Um total de 362 (90,5%) dos pacientes tinham tumores sólidos, e 244 (61%) tinham doença metastática. Quanto ao tratamento, 302 (75,5%) pacientes receberam terapia parenteral, inicialmente com enoxarapina (mediana: 3, média de 5,6 e desvio padrão [DP]: 6,4 dias), seguido de rivaroxabana. Noventa e oito pacientes (24,5%) foram tratados com ri- varoxabana. As taxas de recorrências foram de 3,25%, com sangramento maior acometendo 5,5% durante a terapia anticoagulante (mediana: 118, média: 164,9, DP: 159,9 dias).

Conclusão: Rivaroxabana pode ser uma alternativa atrativa para o tra- tamento de trombose em pacientes com câncer.

Comentador: Dr. Adilson Paschôa

TRATAMENTO DO TROMBOEMBOLISMO VENOSO SINTOMÁTICO COM RIVAROXABANA EM 400 PACIENTES COM CÂNCER ATIVO2017-08-09T12:44:04-03:00

Fórum SBACV Brasil (em substituição à Reunião Científica de 29/06/2016)

2020-04-02T13:06:00-03:00

Programa de residência médica em cirurgia vascular e endovascular foi discutido no dia 29 de junho, em substituição à Reunião Científica mensal

Diante da recente discussão e das deliberações sobre a residência médica das especialidades cirúrgicas, que aconteceu em março, no Conselho Federal de Medicina (CFM), a SBACV-SP realizará, no próximo dia 29 de junho, a partir das 20 horas, o Fórum SBACV Brasil, para o debate sobre o programa de residência médica em cirurgia vascular e endovascular.
O evento, que aconteceu no prédio da administração do Hospital do Servidor Público Estadual (Sala 102), localizado na Av. Ibirapuera, 981, Indianópolis – São Paulo, substituiu a Reunião Científica mensal.
Dentre as decisões tomadas na reunião que aconteceu no CFM, foi acordado que a cirurgia geral terá duração de três anos para o médico que desejar obter o título de especialista.
Em relação ao pré-requisito para as especialidades, optou-se por manter os dois anos de clínica cirúrgica, e dois a três anos na especialidade, com exceção da cirurgia cardíaca, que pretende acesso direto sem os dois anos.
Em breve, haverá reunião conjunta da SBACV com a secretária executiva da Comissão Nacional de Residência Médica, Drª. Rosana Leite, para discutir se será adotado o acesso direto (sem segundo exame) ou se será mantido o modelo atual de dois anos em clínica cirúrgica e exame para ingresso na especialidade.
A partir dessas questões, o Fórum SBACV Brasil, em consonância com a realização de fóruns em outras Regionais, debaterá os seguintes pontos, a fim de que seja possível a Sociedade se posicionar perante o CFM e a Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM):

  1.  O programa de Residência em cirurgia vascular e endovascular deveria ser estendido para três anos, incluindo embolização de tumores no ensino de endovascular?
  2. Os serviços credenciados para residência ou estágio do seu estado dispõem de estrutura para ensino em procedimentos endovasculares? Qual o número de serviços que se enquadram?
  3. Os serviços credenciados para residência ou estágio do seu estado dispõem de estrutura para ensino em Ultrassom Doppler? Qual o número de serviços que se enquadram?
  4. As áreas de atuação em endovascular e Ultrassom Doppler devem ser mantidas mesmo se aprovados os três anos de residência?
    A Regional São Paulo convida todos a participar do evento, e espera receber o maior número possível de preceptores e chefes de serviço, dada a alta relevância do tema.
Fórum SBACV Brasil (em substituição à Reunião Científica de 29/06/2016)2020-04-02T13:06:00-03:00

CORRELAÇÃO ENTRE ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO POR MUNICÍPIO E MORTALIDADE POR ANEURISMA DE AORTA NAS CAPITAIS BRASILEIRAS

2017-05-02T19:03:06-03:00

CORRELAÇÃO ENTRE ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO POR MUNICÍPIO E MORTALIDADE POR ANEURISMA DE AORTA NAS CAPITAIS BRASILEIRAS

Dr.  Diego Monteiro de Melo Lucena

Comentador: Dr. Eduardo Faccini Rocha

CORRELAÇÃO ENTRE ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO POR MUNICÍPIO E MORTALIDADE POR ANEURISMA DE AORTA NAS CAPITAIS BRASILEIRAS2017-05-02T19:03:06-03:00

DIÓXIDO DE CARBONO COMO MEIO DE CONTRASTE PARA CORREÇÃO ENDOVASCULAR DE ANEURISMA DE AORTA – ESTUDO PROSPECTIVO

2017-05-02T18:55:15-03:00

DIÓXIDO DE CARBONO COMO MEIO DE CONTRASTE PARA CORREÇÃO ENDOVASCULAR DE ANEURISMA DE AORTA – ESTUDO PROSPECTIVO

Dra. Cynthia de Almeida Mendes

Comentador: Dr. Júlio César Gomes Giusti

DIÓXIDO DE CARBONO COMO MEIO DE CONTRASTE PARA CORREÇÃO ENDOVASCULAR DE ANEURISMA DE AORTA – ESTUDO PROSPECTIVO2017-05-02T18:55:15-03:00

VALORES HOSPITALARES DO REPARO ELETIVO DO ANEURISMA DE AORTA INFRA-RENAL EM HOSPITAL PRIVADO NO BRASIL

2017-05-02T18:55:43-03:00

VALORES HOSPITALARES DO REPARO ELETIVO DO ANEURISMA DE AORTA INFRA-RENAL EM HOSPITAL PRIVADO NO BRASIL

Dr.  Marcelo Passos Teivelis / Comentador: Dr. Luis Carlos Nakano

VALORES HOSPITALARES DO REPARO ELETIVO DO ANEURISMA DE AORTA INFRA-RENAL EM HOSPITAL PRIVADO NO BRASIL2017-05-02T18:55:43-03:00

NEFROPATIA INDUZIDA POR CONTRASTE INTRA-ARTERIAL EM PACIENTES COM ISQUEMIA CRÍTICA DE MEMBROS INFERIORES: AVALIAÇÃO DOS FATORES DE RISCO E RESULTADOS EM MÉDIO PRAZO

2018-03-20T21:44:19-03:00

NEFROPATIA INDUZIDA POR CONTRASTE INTRA-ARTERIAL EM PACIENTES COM ISQUEMIA CRÍTICA DE MEMBROS INFERIORES: AVALIAÇÃO DOS FATORES DE RISCO E RESULTADOS EM MÉDIO PRAZO

Autores: Marcus Vinícius Martins Cury, Marcelo Fernando Matielo, Francisco Cardoso Brochado Neto, Jalíese Dantas Fernandes Morais, Rafael de Athayde Soares, Aline Yoshimi Futigami, Christiano Stchelkunoff Pecego e Roberto Sacilotto

Objetivo: Determinar os fatores de risco e as consequências da nefropatia induzida por contraste (NIC) em pacientes portadores de isquemia crítica crônica (CLI) de membros inferiores após o emprego de contraste intra-arterial diagnóstico e/ou terapêutico.

Métodos: Em um período de 12 meses (maio de 2013 a maio de 2014), realizamos um estudo prospectivo, observacional e consecutivo em 107 pacientes internados com CLI, com indicação de estudo angiográfico. O diagnóstico de NIC foi estabelecido a partir da elevação em, pelo menos, 25% da creatinina basal até o quinto dia após a infusão de contraste. No acompanhamento, os principais desfechos pesquisados foram: independência de hemodiálise e sobrevida global. As análises estatísticas incluíram os testes de Pearson χ 2, regressão linear e curvas Kaplan-Meier. Foi admitido o valor de p < 05 como estatisticamente significativo.

Resultados: No grupo total (n = 107) houve predominância do sexo masculino (57%) com média de idade de 70,5 ± 10,7 anos. A principal comorbidade foi a hipertensão arterial sistêmica (82,2%) e 21,5% dos pacientes apresentavam insuficiência renal crônica (IRC) estágio III. A principal indicação para o estudo arteriográfico foi a CLI Rutherford 5 (82,2%). A taxa de filtração glomerular (TFG) média pré-estudo foi de 64,5 ± 29,7 ml/min, com volume cumulativo médio de contraste de 148,5 ± 79,4 ml. A incidência de NIC foi de 35,5%, sendo a IRC o único fator de risco associado a essa condição (razão de risco = 3,07, IC 95% = 1,1 – 7,92, p = 0,017). Em um modelo de regressão linear, o fator preditor que melhor se correlacionou à TFG pós-contraste foi a TFG pré-contraste (r2 = 0,751), ao passo que a creatinina sérica avaliada isoladamente não apresentou boa correlação (r2 = 0,176).
A mediana de seguimento ambulatorial foi de 645 dias (4 – 1134). As análises dos desfechos em médio prazo (720 dias) demonstraram que a presença de NIC foi associada a piores resultados de independência de hemodiálise (96,3% vs. 84,2%, p = 0,027) e sobrevida global (66,3% vs. 49,5%, p = 0,046).

Conclusão: Na execução de exames com contraste, uma atenção especial deve ser observada nos pacientes com diagnóstico prévio de IRC. A avaliação isolada da creatinina sérica pré-operatória é inferior à avaliação do clearance de creatinina na determinação da TFG pós-contraste. Além disso, a ocorrência da NIC apresentou impacto negativo sobre a independência de hemodiálise e sobrevida global em médio prazo.

Comentador: Dr. Nelson Wolosker

NEFROPATIA INDUZIDA POR CONTRASTE INTRA-ARTERIAL EM PACIENTES COM ISQUEMIA CRÍTICA DE MEMBROS INFERIORES: AVALIAÇÃO DOS FATORES DE RISCO E RESULTADOS EM MÉDIO PRAZO2018-03-20T21:44:19-03:00

COMPARAÇÃO DAS MEDICAÇÕES FLEBOTÔNICAS PARA OS PACIENTES PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA VENOSA CRÔNICA. UM ESTUDO DUPLO-CEGO, RANDOMIZADO E CONTROLADO POR PLACEBO

2018-03-20T21:44:19-03:00

COMPARAÇÃO DAS MEDICAÇÕES FLEBOTÔNICAS PARA OS PACIENTES PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA VENOSA CRÔNICA. UM ESTUDO DUPLO-CEGO, RANDOMIZADO E CONTROLADO POR PLACEBO

Autores: Sergio Belczak, Igor Rafael Sincos, Gilberto Nering, Nino Behar, Emanuele Lima Villela, Valter Campos, Caio Azevedo, Thiago José Cavaquini, Luiz Felipe Slavo e Ricardo Aun

Instituição: Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital Geral de Carapicuíba – OSS São Camilo
Introdução: A compreensão da fisiopatologia da insuficiência venosa crônica (IVC) sugere que os efeitos das medicações flebotônicas podem ser eficazes no alívio dos sintomas e no retardo da progressão da doença. Há poucos estudos comparando diversas medicações flebotônicas entre si e com o placebo, avaliando conjuntamente sinais objetivos como a pletismografia à água e a amplitude de movimento da articulação tibio-társica (ATT) com dados relatados dos pacientes em relação à qualidade de vida.

Objetivos: Objetivamos, com este estudo, comparar os efeitos de diferentes medicações flebotônicas na qualidade de vida, na redução volumétrica dos membros e no aumento na amplitude de movimento da ATT.

Método: 136 portadores de IVC (CEAP 2-5) foram divididos cegamente em quatro grupos distintos, de acordo com a terapia medicamentosa instituída: Diosmina e Hisperidina micronizada, Aminoftona, Cumarina – Toxerutina e placebo (amido). Os pacientes foram submetidos a um questionário, preenchendo um índice específico para qualidade de vida (IQV) em pacientes portadores de IVC, e foram submetidos à realização de goniometria da ATT e a pletismografia à água do membro, antes e 30 dias após a intervenção medicamentosa.

Resultados: Nove pacientes abandonaram o estudo. Os dados coletados com os 127 pacientes remanescentes foram submetidos à análise estatística. Não houve diferença nas medidas da amplitude de movimento da articulação tibio-társica. Reduções volumétricas iguais ou maiores a 100 ml foram mais frequentemente observadas no grupo Diosmina-hisperidina que para os demais grupos. As pontuações totais do IQV foram menores para o grupo Aminoftona que para os demais grupos e diferenças entre os grupos foram encontradas analisando isoladamente os itens do IQV.

Conclusões: Medicações flebotônicas apresentaram resultados estatisticamente significativos na melhora do IQV quando comparadas ao placebo, e podem ser eficazes no alívio dos sintomas e no retardo da progressão da IVC.

Comentador: Dr. Rogério Neser

COMPARAÇÃO DAS MEDICAÇÕES FLEBOTÔNICAS PARA OS PACIENTES PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA VENOSA CRÔNICA. UM ESTUDO DUPLO-CEGO, RANDOMIZADO E CONTROLADO POR PLACEBO2018-03-20T21:44:19-03:00
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