PROTOCOLO OTIMIZADO PARA ANGIOTOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE MEMBROS INFERIORES USANDO UM DETECTOR DE 160 CANAIS

2018-03-20T21:44:16-03:00Reunião Científica - 27/07/2017, Vídeos, Vídeos 2017|

PROTOCOLO OTIMIZADO PARA ANGIOTOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE MEMBROS INFERIORES USANDO UM DETECTOR DE 160 CANAIS

Autores: Adriano Tachibana, Bianca Oberhuber Dias, Bruna Bonaventura Failla, Camila dos Santos Silva, Sergio Quilici Belczak, Cynthia de Almeida Mendes, Alexandre Fioranelli e Nelson Wolosker

Instituição: Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo

Introdução: Foi desenvolvido e testado um novo protocolo de aquisição de imagens para otimizar a angiotomografia de membros inferiores, com um detector de 160 canais. Nesse protocolo, a injeção de contraste deu-se por meio de uma taxa multifásica e com maior tempo.

Métodos: Estudo prospectivo, randomizado, em que foi comparado a qualidade da imagem, o realce do contraste e a dose de radiação em dois grupos de pacientes:

1. Com aquisição rápida
2. A técnica padronizada com aquisição lenta.
Resultados: Não houve diferença entre os grupos em relação à quali
dade de imagem, presença de ruído e performance diagnóstica. Mas, foi evidenciada tendência ao uso de maiores doses de radiação no protocolo de aquisição rápida.

Conclusão: O protocolo otimizado de aquisição rápida para angiotomografia de membros inferiores é factível, tem qualidade diagnóstica adequada e pode ser usado em pacientes selecionados que poderiam se beneficiar de um tempo de aquisição curto.

Comentador: Dr. Valter Castelli

USO DE ENOXAPARINA SEGUIDO DE RIVAROXABANA PARA O TRATAMENTO DE TROMBOEMBOLISMO VENOSO AGUDO DE MEMBRO INFERIOR

2017-08-09T12:43:02-03:00Reunião Científica - 27/07/2017, Vídeos, Vídeos 2017|

USO DE ENOXAPARINA SEGUIDO DE RIVAROXABANA PARA O TRATAMENTO DE TROMBOEMBOLISMO VENOSO AGUDO DE MEMBRO INFERIOR. EXPERIÊNCIA INICIAL EM UM ÚNICO CENTRO

Autores: Nelson Wolosker, Andrea Varela, Juliana Fukuda, Marcelo Passos Teivelis, Sergio Kuzniec, Mariana Krutman, João Guerra e Edu- ardo Ramacciotti.

Instituição: Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo

Introdução: Rivaroxabana é um novo anticoagulante oral aprovado para o tratamento de tromboembolismo venoso. Nos principais ensaios clínicos, o tratamento era iniciado diretamente com uma dose de 15 mg, duas vezes por dia, por três semanas, seguido de 20 mg, uma vez por dia, por pelo menos três meses.

Material e métodos: Avaliamos, retrospectivamente, uma terapia inicial para tromboembolismo venoso, com até 18 dias de enoxaparina (1mg/ kg, duas vezes por dia), seguido de rivaroxabana (20 mg, uma vez por dia).

Resultados: Da amostra de 49 pacientes, não observamos recorrência sintomática nem sangramento maior, observamos apenas um caso de sangramento menor.

Conclusão: Concluímos que é seguro e efetivo tratar pacientes com enoxaparina seguido de uma dose baixa de 20 mg de rivaroxabana.

Comentador: Dr. Ivan B. Casella

TRATAMENTO DO TROMBOEMBOLISMO VENOSO SINTOMÁTICO COM RIVAROXABANA EM 400 PACIENTES COM CÂNCER ATIVO

2017-08-09T12:44:04-03:00Reunião Científica - 27/07/2017, Vídeos, Vídeos 2017|

TRATAMENTO DO TROMBOEMBOLISMO VENOSO SINTOMÁTICO COM RIVAROXABANA EM 400 PACIENTES COM CÂNCER ATIVO

Autores: Bruno Soriano Pignataro, Kenji Nishinari, Rafael Noronha Cavalcante, Guilherme Centofanti, Guilherme Yazbek, Mariana Krut- man, Guilherme Andre Zotelle Bomfim, Igor Yoshio Imagawa Fonseca, Marcelo Passos Teivelis, Nelson Wolosker, Solange Moraes Sanches e Eduardo Ramacciotti.

Instituição: A.C. Camargo Câncer Center

Objetivo: Estudar a segurança e eficácia do rivaroxabana, um inibidor direto da coagulação, no uso em pacientes com trombose venosa profunda (TVP) em atividade.

Pacientes e métodos: Estudo retrospectivo, com 400 pacientes que

possuem câncer ativo e TVP associado, definidos como trombose venosa profunda ou embolia pulmonar. Este estudo unicêntrico foi desenvolvido de janeiro de 2012 até junho de 2015. O foco foi determinar a eficácia e segurança, avaliando a incidência de recorrências de TVP e sangramento maior no tratamento de rivaroxabana.

Resultados: Dos 400 pacientes estudados, 223 (55,8%) eram mulheres. Um total de 362 (90,5%) dos pacientes tinham tumores sólidos, e 244 (61%) tinham doença metastática. Quanto ao tratamento, 302 (75,5%) pacientes receberam terapia parenteral, inicialmente com enoxarapina (mediana: 3, média de 5,6 e desvio padrão [DP]: 6,4 dias), seguido de rivaroxabana. Noventa e oito pacientes (24,5%) foram tratados com ri- varoxabana. As taxas de recorrências foram de 3,25%, com sangramento maior acometendo 5,5% durante a terapia anticoagulante (mediana: 118, média: 164,9, DP: 159,9 dias).

Conclusão: Rivaroxabana pode ser uma alternativa atrativa para o tra- tamento de trombose em pacientes com câncer.

Comentador: Dr. Adilson Paschôa

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