EXPERIÊNCIA COM USO DE ACESSO PERCUTÂNEO EM CORREÇÃO ENDOVASCULAR DE ANEURISMAS DE AORTA (PEVAR)

2018-05-11T14:45:55-03:00

Autores: Sidnei José Galego, Daniel Santos Costa, Keller da Silva Santos, Leonardo Cardoso Bringel de Olinda, Marina Raphe Matar e João Antônio Correa

Instituição: Faculdade de Medicina do ABC

Objetivo: Demonstrar a experiência de um serviço de cirurgia vascular com o uso da técnica PEVAR.

Material e método: Trata-se de um estudo transversal retrospectivo, que incluiu todos os pacientes consecutivos tratados com PEVAR para aneurismas torácicos descendentes, aneurismas toracoabdominais da aorta, aneurismas pararrenais ou aneurismas da aorta abdominal infrarrenal entre janeiro de 2016 e dezembro de 2017, sendo 16 EVAR e 10 TEVAR. As próteses utilizadas foram 11 Gore, 1 Ovation, 4 Talent for EVAR e 8 Gore e 2 Medtronic para o TEVAR.
A técnica de fechamento percutâneo para todos os acessos vasculares percutâneos foi realizada sob orientação ultrassonográfica em nossa enfermaria. Isso permite que o AFC seja puncionada acima da bifurcação femoral e evitar punção no ponto de calcificação.
As bainhas variaram de 12 a 24 Fr. O dispositivo utilizado nestes procedimentos foi Perclose Proglide da Abbot. (108 dispositivos).
Sucesso técnico foi definido pelo término bem-sucedido do procedimento, sem evidência de sangramento persistente ou isquemia arterial que necessitasse de conversão imediata para reparo da artéria femoral aberta.

Resultados: A taxa de sucesso técnico foi de 92,3%, com resultado positivo em 24 casos e necessidade de duas conversões cirúrgicas. Dos 108 dispositivos Abblet’s Perclose Proglide utilizados, houve quatro falhas (96,3% de sucesso).
As complicações ocorreram em três casos (11,5%), um caso de hematoma maior, um caso de isquemia de membro e um caso de pseudoaneurisma.

Conclusão: Nessa experiência inicial, o método de abordagem percutânea nessa instituição foi eficaz e com baixo índice de complicações. Há necessidade de um maior número de casos para comprovar esses resultados iniciais.

Moderador: Dr. Vinicius Bertoldi

EXPERIÊNCIA COM USO DE ACESSO PERCUTÂNEO EM CORREÇÃO ENDOVASCULAR DE ANEURISMAS DE AORTA (PEVAR)2018-05-11T14:45:55-03:00

TRATAMENTO CIRÚRGICO DO ANEURISMA ATEROSCLERÓTICO DA ARTÉRIA CARÓTIDA INTERNA

2018-05-11T14:46:08-03:00

Autores: Harue Santiago Kumakura, Erasmo Simão da Silva, Rafaela Brito Bezerra Pinheiro, Andre Echaime V. Estenssoro, Pedro Puech Leão e Nelson De Luccia

Instituição: Faculdade de Medicina – Universidade de São Paulo

Objetivo: O aneurisma da artéria carótida limitado ao segmento da carótida interna (ACI) e com origem aterosclerótica é extremamente raro. A tortuosidade arterial associada a esta condição impõe um desafio ao reparo cirúrgico. Nosso objetivo é demonstrar os resultados do tratamento cirúrgico aberto deste tipo específico de aneurisma.

Métodos: Estudo retrospectivo de pacientes com ACI do HCFUSP no período de 2003 a 2016. Revisão dos sintomas, técnica cirúrgica, evolução, análise histológica e seguimento.

Resultados: Onze aneurismas em nove pacientes (dois eram bilaterais) tratados no HCFMUSP. Todos eles eram aneurismas verdadeiros e ateroscleróticos, baseado em análise histológica. A idade média foi de 60 anos, oito em pacientes do sexo feminino.
Seis pacientes eram sintomáticos (três AVCs, três massas cervicais e dois cervicalgias). Os onze foram submetidos a reparo aberto que consistia em aneurismectomia com seis bypass com safena e cinco com anastomoses término-terminal. Realizada subluxação mandibular em quatro pacientes. Das complicações dos 30 primeiros dias pós-operatórios tivemos: uma AIT e duas lesões de nervo craniano (uma transitória e uma permanente).
O tempo de seguimento médio foi de 41 meses e não houve nenhum evento neurológico tardio, porém dois pacientes morreram (um com câncer e outro com infarto miocárdico).
Conclusão: O reparo aberto do aneurisma da artéria carótida interna é desafi ador e depende de conhecimentos anatômicos e técnicos avançados para evitar lesões de nervo craniano e neurológicas centrais no pós-operatório.

Moderador: Dr. José Carlos Costa Baptista-Silva

TRATAMENTO CIRÚRGICO DO ANEURISMA ATEROSCLERÓTICO DA ARTÉRIA CARÓTIDA INTERNA2018-05-11T14:46:08-03:00

SEGUIMENTO DOS PACIENTES OPERADOS DE ANEURISMA ENDOVASCULAR NA UNICAMP

2018-05-04T21:48:13-03:00

Autores: Leandro Pablos Rossetti e Ana Terezinha Guillaumon

Instituição: Faculdade de Ciências Médicas – UNICAMP

Resumo: Aneurisma de Aorta Abdominal (AAA) é uma dilatação localizada da Aorta, tendo como possibilidade de escolha a técnica endovascular (EVAR) para seu tratamento. O seguimento pós EVAR é crítico. O objetivo foi avaliar as características demográfi cas e complicações tardias dos doentes submetidos ao EVAR na UNICAMP nos últimos cinco anos. Foi realizado um estudo retrospectivo com análise de dados obtidos em prontuários entre os períodos de agosto/12 até março/17. Foram avaliados 131 pacientes, sendo 83,9% do sexo masculino, 84,7% hipertensos, 63,3% tabagistas e 34,3% apresentavam dislipidemia. A média de intervalo de seguimento foi entre um a três anos (49,5%). A mortalidade no período avaliado foi de 13%, sendo 64% relacionada ao AAA, eventos cardíacos e respiratórios as principais causas. 17,6% apresentaram endoleak após EVAR, sendo o tipo II o mais frequente (47,8%). 25 (19,2%) pacientes necessitaram de reintervenção. A trombose de ramo da endoprótese foi a principal causa de novo procedimento (36%). Seguimento foi realizado com angiotomografi a ou EcoDoppler, observando-se uma redução do diâmetro do aneurisma em apenas 31,5%. O procedimento endovascular está associado a menor complicação perioperatória e morbimortalidade. Entretanto, há a necessidade de acompanhamento com imagem para reintervenções quando necessárias.

Moderador: Dr. Andre Echaime V. Estenssoro

SEGUIMENTO DOS PACIENTES OPERADOS DE ANEURISMA ENDOVASCULAR NA UNICAMP2018-05-04T21:48:13-03:00
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